No passado fim-de-semana, dias 23 e 24 de Julho, realizou-se o Campeonato Nacional de Pares e Equipas no Pavilhão Municipal de Desportos de Vila do Conde, com a presença de 60 atletas, fazendo um total de 24 pares e equipas de 12 clubes/instituições.
O Sporting Clube de Braga alcançou 2 títulos nacionais da 1ª divisão em 3 possíveis, tendo ficado, ainda, em 4º lugar na prova de equipas. Na 2ª divisão obteve o título de Vice-Campeão Nacional. Deste modo, alcançou 3 pódios em 4 possíveis e um 4º lugar, o que é digno de realçar e de parabenizar todos os seus atletas.
Os pódios foram os seguintes:
1ª Divisão
Par BC3 Campeão Nacional – SC Braga (par 1) – José Abílio Gonçalves e Joana Pereira Vice-Campeão Nacional – FC Porto (par 1) – Virgílio Ferreira e Alice Moreira Medalha de Bronze – Centro João Paulo II – Ana Sofia Costa, José Neves e Tiago Saraiva
Par BC4/BC5 Campeão Nacional – SC Braga – Domingos Vieira e Ivo Oliveira Vice-Campeão Nacional – FC Porto (par 1) – Carla Oliveira e Tiago Silva Medalha de Bronze – SC Espinho/AB Luís Silva – Herlander Correia e Yuri Dukhno
Equipa BC1/BC2 Campeão Nacional – APCAS – Rira Patrício, André Ramos, Miguel Gapo e Jéssica Reis Vice-Campeão Nacional – SC Espinho – João Pinto, Ana Catarina Correia e Pedro Moura Medalha de Bronze – APPC Porto – Fernando Ferreira, Vítor Lima e Nelson Fernandes
2ª Divisão
Par BC3 Campeão Nacional 2ª Divisão – Ass. Boccia Luís Silva – Ana Talaia, Luis Silva, Rui Silva Vice-Campeão Nacional 2ª Divisão – SC Braga (par 2) – Luís Costa e Mário Peixoto Medalha de Bronze 2ª Divisão – FC Porto (par 2) – Tiago Tavares e Rui Ribeiro
Uma época intensa e com muitas provas como se impõe, para os mais jovens, para os atletas menos jovens e para para os atletas seniores, e ainda contando com as provas internacionais além fronteiras e em solo lusitano.
Em época de grandes mudanças, não somente pelo reatar, “quase normal”, do calendário competitivo após a crise pandémica por que passamos; mas ainda pela alteração das competições e do seu regulamento; e ainda pela assunção de funções de uma nova direção da PCAND, a saída de elementos técnicos e a entrada de outros em sua substituição; queremos deixar o reconhecimento da luta para ultrapassar as dificuldades passadas por esta instituição e o desejo da maior sorte para cumprirem os desafios e objetivos principais da sua missão, o representar e apoiar os seus associados na prática da modalidade.
A todos os clubes e instituições nacionais de Boccia, o SC Braga deseja, ainda, um bom descanso e que nos voltemos a encontrar o mais breve possível, na época 2022-2023, para partilharmos o nosso gosto na prática da modalidade.
13 Clubes disputaram o Campeonato Nacional de Pares e de Equipas, nos dias 23 e 24 de julho, no Pavilhão Municipal de Desportos de Vila do Conde.
O Sporting Clube de Braga participou em todas as provas em disputa, 3 na 1ª divisão (Pares BC3, Pares BC4-BC5, e Equipas BC1-BC2) e 1 na 2ª divisão (Pares BC3). Dos 3 títulos em disputa na 1ª divisão, o Clube arrecadou 2 títulos nacionais em Pares BC3 e Pares BC4. Na 2ª divisão alcançou o título de Vice-Campeão Nacional em Pares BC3. Assim, o Clube alcançou, também, 3 pódios em 4 possíveis.
José Abílio Gonçalves/Paulo Correia e Joana Pereira/Ana Rita Barbosa/Sónia Marques Campeões Nacionais Pares BC3
Em Pares BC3, os Gverreiros do Minho venceram todos os jogos realizados, nas duas voltas da prova, não permitindo que os seus adversários diretos pudessem disputar o título nacional. O par composto por José Abílio Gonçalves/Paulo Correia e Joana Pereira/Sónia Marques apresentaram-se com um jogo muito controlado, criando muitas dificuldades aos seus adversários, sendo que em 6 jogos realizados, estes somente conseguiram pontuar 8 pontos ao par arsenalista.
Outro facto a assinalar, é a oitava revalidação consecutiva do título nacional pelo clube bracarense, o que representa a sua preponderância nesta classe desportiva.
Em pares BC4, constituído por Domingos Vieira e Ivo Oliveira, a luta foi muito renhida, sendo discutido o título nacional por confronto direto entre o SC Braga e par do FC Porto. A vitória frente ao par portista deu o título aos arsenalistas, após os dois clubes terem terminados empatados, em número de vitórias.
Ivo Oliveira e Domingos Vieira – Campeões Nacionais Pares BC4-BC5
Ainda na 1ª divisão, a Equipa BC1-BC2, constituída por Beatriz Leite (BC1), Joaquim Soares (BC2) e Paulo Oliveira (BC2), alcançou a 4ª posição da classificação geral.
Na única prova existente com participantes da 2ª divisão, a de Pares BC3, o Par 2 do SC Braga, constituído por Luís Caravana Costa/Afonso Costa e Mário Peixoto/Alberto Peixoto, obteve o título de Vice-campeão Nacional. O par bracarense venceu o seu grupo de apuramento e as meias-finais, não conseguindo bater o par da ABLS, com o qual acabou por perder por 4-6.
Terminou, deste modo, a presente época desportiva, uma época que se saldou como extremamente positiva com a obtenção de 8 títulos de Campeão Nacional, 4 títulos de Vice-Campeão Nacional, 1 título de Vice-Campeão Nacional (2ªD), e a Taça de Portugal de Boccia Sénior. Contabilizando as provas regionais e os 3ºs lugares obtidos, o clube arsenalista alcança a impressionante soma de 33 pódios ao longo de toda a época.
O Sporting Clube de Braga participa no Campeonato Nacional de Boccia Pares e Equipas, que decorrerá nos dias 23 e 24 de julho, no Pavilhão Municipal de Desportos de Vila do Conde, prova que conta com 13 clubes a disputar os títulos nacionais coletivos da presente época.
O SC Braga apresentar-se-á com 2 pares BC3 (1ª e 2ª divisões), 1 par BC4 e 1 equipa:
Par BC3 – 1ª Divisão: José Gonçalves e Joana Pereira
Par BC3 – 2ª Divisão: Luís Caravana e Mário Peixoto
Par BC4 – Ivo Oliveira e Domingos Vieira
Equipa BC1-BC2 – Beatriz Leite, Paulo Oliveira e Joaquim Soares
Atualizado o ranking mundial de Boccia, o Sporting Clube de Braga conta com 4 atletas pontuados, o Clube com maior número de atletas a nível nacional.
A destacar a 5ª posição do atleta José Gonçalves, que com 3 participações internacionais, alcança uma posição de destaque entre as estrelas da modalidade da classe BC3. Ainda, nesta classe, a estreante Joana Pereira, com a participação em 2 provas, alcança a 25ª posição feminina; e o experiente José Carlos Macedo obtém a 35ª posição masculina, fruto da sua não participação em provas internacionais na presente época.
Na classe BC4, Domingos Vieira retomou a sua participação em provas internacionais, após um largo interregno, sendo que somente pontua uma prova neste ciclo paralímpico, o que lhe valeu a 60ª posição masculina.
Entre 04 e 10 de julho decorreu a Boccia World Cup, no pavilhão municipal da cidade de Póvoa de Varzim, naquele que é considerado a catedral do Boccia internacional.
Contando com 104 atletas de 24 países, e entre estes muitos atletas do top do ranking mundial, esta prova prometia uma elevadíssima competitividade, o que veio a confirmar-se e até superar as expectativas, pois muitos destes atletas de elevado ranking acabaram por ficar pelo caminho em confronto com as promessas emergentes.
Portugal tinha uma tarefa difícil dadas as caraterísticas da prova. Porém, jogando em casa e sabendo também do potencial dos seus atletas, existia a esperança de que fosse uma boa prova para as aspirações nacionais, e assim dar mais um passo decisivo para a obtenção de pontos para o ranking mundial e conseguir apuramentos para o próximo Campeonato do Mundo, que se realiza em dezembro, no Brasil.
Terminada a prova, constata-se a excelente prestação dos atletas lusos, tanto nas provas individuais como nas provas coletivas, alcançando a segunda posição do medalhário individual e obtendo medalha nas provas coletivas, numa prova em que somente um país, a Tailândia, consegue duas medalhas.
Nas provas individuais somente a Tailândia consegue melhor que Portugal. Portugal alcança medalhas em todas as divisões, exceto a BC1, conseguindo, ainda, dois pódios na BC2 masculina e feminina.
Somente 5 países conseguem mais que 1 medalha nas provas individuais e somente 2 países conseguem medalhas em mais que e divisões: Portugal e Tailândia.
Em termos das provas coletivas, Portugal só não consegue o apuramento para as finais da sua equipa, mas integra o grupo dos países (4) que conseguem apurar-se para finais de 2 divisões distintas.
Nas finais disputadas somente a Tailândia consegue 2 medalhas. Portugal obtém a medalha de bronze nos pares BC3, e não podemos deixar de referir o brilhante 4º lugar do Par BC4, conquistado nas finais perante os pares top 1 e top 2 do mundo.
No medalhário global, Portugal alcança a 2ª posição com a obtenção de 5 medalhas, entre os 14 países que alcançaram medalha e entre os 24 que disputaram a prova.
Mais uma prova extremamente positiva por parte da seleção nacional, dentro dos seus pergaminhos como uma das principais potências mundiais da modalidade, uma seleção com um misto de experiência e de renovação/juventude que faz com que se olhe para o futuro com renovadas expectativas.
José Gonçalves conquistou a segunda medalha de bronze na World Boccia Cup, desta feita na vertente de Pares BC3, juntamente com Ana Costa.
O par português (rank 10) entrou muito bem na prova ao vencer a Grécia (4-3), número 2 do ranking mundial. No jogo seguinte, frente à Grã Bretanha (rank 7), apesar de ter o jogo controlado, acabou por o perder (2-4), o que fez com que tivesse de recorrer aos playoffs para seguir em prova.
No playoff, Portugal encontrou a Polónia (rank 8), a qual venceu por uns concludentes 8-0, apesar de o resultado não revelar o equilíbrio existente durante todo o jogo.
No jogo das meias finais, Portugal defrontou a França (Rank 11). Apesar de ter perdido o jogo por 2-4, foi possível verificar que o par lusitano poderia ter ultrapassado o par gaulês, pois em momentos-chave não deteve a sorte do jogo, tal como aconteceu no ultimo e decisivo parcial, como em outros parciais não conseguiu materializar as vantagens que criou para obter outro resultado.
Assim, Portugal ficou arredado da final da prova, restando-lhe discutir o bronze perante a Grã Bretanha, par com quem tinha perdido na fase de apuramento. Tal como se previa, foi um desafio difícil, apesar de, mais uma vez, se ter apurado que o par português poderia ter conseguido levar de vencido este jogo com maior propriedade.
Na verdade, o jogo acabou por terminar empatado (3-3), tendo-se que recorrer a parcial de desempate para encontrar o vencedor, o que aconteceu para o lado nacional.
Esta vitória foi também muito importante para além da conquista da medalha de bronze, pois Portugal não vencia a seleção britânica desde 2017, contabilizando 5 derrotas consecutivas de 2017 a 2019.
Lembramos que esta foi a primeira vez que o par português contou com esta constituição, com a entrada de José Gonçalves para o par principal, fazendo parceria com Ana Costa.
Domingos Vieira, juntamente com Carla Oliveira, fizeram uma excelente prova em pares BC4. Portugal (rank 6) perdeu no apuramento com a Tailândia (rank 11), por 4-5, e venceu Hong Kong (rank 3) por 6-0. Desta forma, tal como o par BC3, teve de recorrer ao playoff para se manter na prova. No playoff, Portugal bateu a Croácia (rank 7), por 4-2.
Na meia final, defrontou o par número 1 do ranking mundial, a Eslováquia, tendo lutado até ao fim para chegar à final, mas acabou derrotado por 3-4.
Na discussão pela medalha de bronze, o par português encontrou a seleção canadiana (nº 2 do ranking mundial) tendo perdido, novamente pela margem mínima, por 4-5.
Sem dúvida que o par BC4 português lutou de igual-para-igual, perante as duas melhores seleções mundiais, tendo um feito um percurso assinalável que merece registo de relevo.
Certamente que Portugal está no bom caminho em ambos os pares BC3 e BC4, sendo-lhe, de certeza, reservadas muitas alegrias nos tempos próximos, como se apresenta com sérias aspirações a conquistar lugares para os Jogos Paralímpicos de Paris’2024.
A equipa BC1-BC2 (rank 2), não teve feliz no playoff, depois de passar a fase de grupos, ao perder para o Brasil (rank 3) a discussão para o acesso às finais.
Domingos Vieira e José Gonçalves, entraram hoje em jogo nos pares de Portugal, das divisões BC4 e BC3 respetivamente.
Domingos Vieira (SC Braga) e a sua colega de par Carla Oliveira (FC Porto) encontraram, no seu grupo, a Tailândia (rank 11) e Hong Kong (rank 3). Portugal (rank 6) perdeu o seu primeiro jogo perante a Tailândia por 4-5, mas venceu Hong Kong por 6-0, o que lhe permitiu passar em segundo lugar no seu grupo para disputar os playoffs com a Croácia (rank 7), amanhã, Domingo (10 de julho).
Caso Portugal vença o playoff, irá jogar, na meia final, com a fortíssima Eslováquia, número 1 do ranking mundial.
José Gonçalves (SC Braga), fazendo par com Ana Correia (CJP II), defrontou, e venceu, por 4-3, o seu primeiro jogo perante o par número 2 do ranking mundial, campeão europeu e terceiro nos jogos paralímpicos de Tóquio, a Grécia.
No seu segundo jogo, o par português (rank 10) defrontou uma surpreendente Grã Bretanha (rank 7), perdendo por 2-4, o que colocou em perigo o seu apuramento para o acesso às finais. Portugal ficou dependente do jogo entre a Grã Bretanha e a Grécia, sendo necessário o par grego perder para que Portugal se mantivesse em prova, o que acabou por acontecer após vitória dos britânicos (3-3), em parcial de desempate.
Portugal defrontará, então, no playoff, o par polaco (rank 8) que venceu a República Checa por 4-3 (rank 13), mas perdeu com Hong Kong por 2-4 (rank 4), no seu grupo.
A equipa portuguesa (rank 2), constituída por André Ramos (BC1), Ana Correia (BC2) e Abílio Valente (BC2), venceu a Eslováquia (rank 11) por 12-6 e perdeu com a Grã Bretanha (rank 9) por 4-7, tendo assim que disputar o playoff perante a seleção do Brasil (rank 3).
Jogos dos Playoffs de Portugal, Domingo, dia 10 de julho:
No 4º dia da prova individual, Portugal participou em finais das classes BC2 feminina e masculina, BC3 masculina e BC4 feminina. Na discussão das medalhas, os atletas portugueses defrontaram adversários de rank superior em todos os casos.
Nas classes BC2 feminina e masculina, Portugal arrecadou 2 medalhas de prata, por Ana Correia e Abílio Valente. Na classe BC3, José Gonçalves conquistou a medalha de bronze e na classe BC4, Carla Oliveira o ouro.
A destacar a atleta Carla Oliveira, que perante adversárias de rank 1 (Michaela Balkova) e de rank 2 (Alison Levine) levou a melhor sobre estas, em finais muitíssimo bem conseguidas e equilibradas.
Na classe BC2, o já muito experiente Abílio Valente, depois de uma fase de grupos algo difícil, e uma 1/2 final que venceu brilhantemente no desempate, perante o eslovaco Rastilav Kurilak, não conseguiu levar de vencida, na final, o tailandês W. Saengampa, atleta com o qual já tinha perdido na fase de grupos, obtendo, assim a medalha de prata.
De prata também foi a medalha da campeã nacional Ana Correia, na classe BC2 mas feminina. Ana Correia fez uma prova fantástica, superando adversárias de rank superior, somente não tendo batido a britânica Claire Taggart, na final, que teve de recorrer a parcial de desempate.
Na classe BC3, José Gonçalves confirmou a sua mais valia internacional, após o bronze conquistado na Boccia World Cup do Rio de Janeiro. Agora, “em casa”, José Gonçalves voltou a alcançar o pódio e a arrecadar a medalha de bronze, numa prova dificílima, onde encontrou adversários de enorme valor.
Portugal conquista, deste modo, 4 medalhas na prova, ficando em segundo lugar no medalhário individual.
Em grande destaque fica a Tailândia com 6 medalhas, em todas as classes, e alcançando 5 primeiros lugares, o que é, sem dúvida, uma façanha notável. Com 3 medalhas, no ultimo lugar do “pódio” deste medalhário, surge Hong Kong.
Portugal e a Tailândia continuam a demonstrar valores em todas as classes, sendo que a falta de uma medalha na BC1 masculina de Portugal consistiu numa surpresa, bem como a conquista de medalha na Classe BC3, por parte da Tailândia também o foi, mas pelo lado positivo dado o grande valor do atleta tailandês que venceu a respetiva prova.
A distribuição das 24 medalhas por 12 países, entre os 16 que alcançaram as meias finais, revela bem a enorme competitividade da modalidade, e a dificuldade de um país concentrar em sí próprio parte significativa das mesmas.
José Abílio Gonçalves, acompanhado por Paulo Correia, conquistou a medalha de bronze (BC3) na World Boccia Cup, que decorre na cidade da Póvoa de Varzim.
Depois de ter vencido todos os jogos da fase de grupos, perante adversários fortíssimos, entre eles o Tailandês Akkadej Choochuenklin que acabou por vencer a prova, ultrapassou, nos 1/4 de final, o francês Samir Van Der Beken, mas não conseguiu superar o atleta de Hong Kong, Tak Wa Tse, nas 1/2 finais.
Na disputa da medalha de bronze encontrou, nada mais nada menos, que o atleta nº1 do ranking mundial, e atual campeão paralímpico, o checo Adam Peska.
José Abílio Gonçalves entrou muito bem nos dois primeiros parciais, vencendo por 2-0 no primeiro parcial e repetindo o resultado no segundo parcial, por 2-0. No terceiro parcial, o resultado foi reduzido pelo atleta checo para 4-3, e no quarto parcial conseguiu o empate a 4-4.
No parcial de desempate, José Gonçalves levou a melhor sobre o campeão paralímpico, num parcial emocionante e discutido bola-a-bola.
Percurso notável de José Abílio Gonçalves, ao longo da presente época.
Aos títulos de Campeão Nacional Masculino e de Campeão Nacional Absoluto, junta a medalha de bronze nesta Taça do Mundo da Póvoa de Varzim, e ainda outra medalha de bronze na, também, Taça do Mundo do Rio de Janeiro.
Portugal acaba de ganhar mais um excelente atleta, renovando a seleção nacional na classe BC3 masculina, onde despontaram valores excecionais como Mário Peixoto, Armando Costa, Luís Silva, Avelino Andrade e José Carlos Macedo.
Concluído o terceiro dia das provas da World Boccia Cup – Póvoa’2022, Portugal conta com 4 atletas nas finais e a lutar pelas medalhas, na classe BC2 masculina e feminina, por Abílio Valente e Ana Correia, na classe BC3, masculina, por José Gonçalves, e na classe BC4, por Carla Oliveira, por curiosidade todos os atletas provenientes de Clubes, 1 do SC Espinho, 1 do SC Braga e 2 do FC Porto.
Na fase de grupos, Portugal apresentou dificuldades nas classes BC4 e BC2 masculinas, e na classe BC3 feminina.
Na classe BC3 feminina, as atletas lusas encontraram adversárias de elevado recorte técnico e tático, para além de uma grande experiência internacional. A relativa inexperiência internacional das atletas portuguesas, especialmente de Joana Pereira que participa na sua segunda prova internacional, e a primeira com atletas de elevado ranking, explica a dificuldade encontrada, situação que somente é melhorada com mais oportunidades competitivas de elevado nível, como o encontrado nesta prova.
Na classe BC4 masculina, Domingos Vieira encontrou-se num grupo com atletas muito fortes. Após um período alargado de ausência das provas internacionais, o atleta minhoto revelou uma necessária readaptação às exigências deste tipo de provas, apesar de ter revelado uma época brilhante a nível nacional, onde se sagrou Vice-Campeão Nacional Masculino e Campeão Nacional Absoluto.
Na classe BC2 masculina, Abílio Valente demonstrou muitas dificuldades para ultrapassar a fase de grupos, mas tendo recuperado a capacidade competitiva de elevado nível nos jogos realizados na fase das eliminatórias, estando, neste momento, a lutar por uma medalha na prova.
O único atleta português que ainda não perdeu na prova é o Campeão Nacional Masculino e Absoluto, José Gonçalves (BC3), o qual tem demonstrado um elevadíssimo desempenho de alta-competição, dominando os jogos aos seus adversários, em jogos extremamente difíceis, equilibrados e competitivos.
A seguir observam-se as tabelas de comparação dos ranking médios dos atletas portugueses, na fase de grupos, por classe e género, em comparação com o ranking dos seus adversários, e o sucesso obtido.
Já em relação à qualificação dos atletas nacionais para a luta pelas medalhas (1/2 finais e finais), podemos constatar que Portugal é o segundo país, entre os dezasseis que têm atletas a lutar por medalha, com mais atletas (4) e em 3 classes diferentes, somente superado pela Tailândia que apresenta 6 atletas, e em todas as classes.
Uma prestação excelente na prova individual, em que 40% dos atletas da delegação portuguesa se encontra nas finais e a lutar por uma medalha, e 60% atingiram os 1/4 de final.
Encontramos em prova, neste momento, os seguintes atletas:
BC2 – Ana Correia
BC2 – Abílio Valente
BC3 – José Gonçalves
BC4 – Carla Oliveira
Especial destaque aos atletas Ana Correia (BC2) e José Gonçalves (BC3), que por serem “novos” em provas internacionais têm efetuado um percurso excecional.
José Abílio Gonçalves, acompanhado por Paulo Correia, alcança as meias-finais da World Boccia Cup, depois de vencer, nos quartos de final, o francês Samir Van Der Beken por 3-1.
Num jogo extremamente difícil, aliás como todos os realizados dada a enorme competitividade dos adversários em prova, o arsenalista manteve o seu controlo nas ações do jogo, em todos os parciais, revelando uma consistência digna de registo, algo que tem sido mantido jogo-após-jogo.
Na meia-final irá encontrar Tak Wa Tse, lugar 14 do ranking mundial, de Hong Kong, que também fez um percurso extraordinário na prova, vencendo o seu grupo de apuramento onde tinha o cabeça-de-série, o grego Grigorios Polychronidis, nº 2 do ranking mundial, uma das estrelas maiores da modalidade, e vencendo, de seguida, nos 1/4 de final, o coreano Jong Ho Kwon.
Na outra meia-final encontrar-se-ão o nº1 do ranking mundial, e campeão paralímpico em Tóquio’2021, o checo Adam Peska, e o tailandês Akkadej Choochuenklin, que José Gonçalves venceu na fase de grupos, e que tem sido a surpresa desta prova.
Terminado o segundo dia de provas na World Boccia Cup, Portugal consegue a qualificação de André Ramos (BC1), de Abílio Valente (BC2), Cristina Gonçalves (BC2), Ana Correia (BC2) e Carla Oliveira (BC4).
Na classe BC3, faltando ainda um jogo por realizar, a realizar amanhã, ainda está para apurar a continuidade em prova de Ana Costa e de José Gonçalves. Ana Costa jogará com a Coreana Ye Jin Choi (Rank10), e José Gonçalves jogará com Wafid Boucherit (Rank7), ambos pelas 10h35m.
Já sem hipóteses de continuidade na prova, encontram-se João Pinto (BC1), Joana Pereira (BC3) e Domingos Vieira (BC4).
Os resultados dos atletas portugueses nestes dois dias de prova individual, foram os seguintes:
Nota: Falta apurar a continuidade em prova de Ana Costa e José Gonçalves
Primeiro dia da Taça do Mundo de Boccia, na Póvoa de Varzim. Os atletas portugueses entraram em prova, tendo alcançado os resultados expectáveis, ou seja venceram os seus adversários com ranking mais baixo, mas demonstraram dificuldade em relação a todos aqueles que apresentavam ranking mais elevado, ou mesmo muito mais elevado.
João Pinto (BC1-Sem Rank), Ana Correia (BC2-Rank16), Joana Pereira (BC3-Rank27) e Domingos Vieira (BC4-Sem Rank), tiveram naturais dificuldades a jogar contra adversários no topo do ranking mundial. João Pinto defrontou os top 6 e 9, Ana Correia a top 3, Joana Pereira a top 3 e Domingos Vieira os tops 3 e 11.
Já Cristina Gonçalves (BC2-Rank1), André Ramos (BC1-Rank3), Carla Oliveira (BC4-Rank6) e Abílio Valente (BC2-Rank11), fizeram jus à sua mais-valia perante os seus adversários, cumprindo a expectativa de vitória formulada antecipadamente. Ana Costa (BC3-Rank5) teve dificuldades inusitadas perante Marcela Cermakova (Rank-13), e apesar de ter recuperado de um resultado desfavorável de 0-3 e ter levado o jogo a parcial de desempate, não conseguiu superar a sua adversária.
Para amanhã, quarta-feira, dia 06 de julho, entra em ação o atleta Abílio Gonçalves (BC3-Rank12) que ainda não jogou no seu grupo. Será um dia decisivo para as aspirações de seguir em frente na prova por parte dos atletas da delegação lusa, e certamente “muita água passará por debaixo da fonte”.
Expetativas elevadas para Cristina Gonçalves (BC2-Rank1), Abílio Valente (BC2-Rank11), André Ramos (BC1-Rank3), Carla Oliveira (BC4-Rank6), e José Gonçalves (BC3-Rank12). Para Ana Correia (BC2-Rank16), Joana Pereira (BC3-Rank27) e Ana Costa (BC3-Rank3) (que joga somente na 5ª feira), tudo ainda é possível.
Decorre entre os dias 05 e 10 de julho a World Boccia Cup, na cidade da Póvoa de Varzim, onde o Sporting Clube de Braga conta com a presença de 3 atletas e 3 acompanhantes, Domingos Vieira/José Teixeira, Joana Pereira/Ana Rita Barbosa e José Gonçalves/Paulo Correia.
Os atletas arsenalistas estão integrados na seleção nacional, a qual conta com um total de 10 atletas para a participação nesta Boccia World Cup.
A prova conta com a participação de muitas das estrelas mundiais da modalidade, pelo que se torna numa oportunidade única de presenciar jogos de elevadíssimo nível.
Depois da obtenção da medalha de ouro, da prova individual e masculina – BC3, Luís Caravana (SC Braga), juntamente com Alice Moreira (FC Porto), obteve a segunda medalha de ouro para Portugal ao vencer a prova de pares nos European Paralympic Youth Games, que decorreram em Pajulahti, na Finlândia.
Uma grande prestação de Luís Caravana, vencendo todos os jogos individuais, e de pares, realizados neste evento internacional, o mais importante realizado na Europa para os atletas mais jovens da modalidade de Boccia.
Os parabéns da secção de Boccia, e do Clube, ao Luís Caravana e ao seu acompanhante desportivo, o seu pai Afonso Costa.
Tendo sido um momento brilhante, não só para Luís Caravana, mas para toda a delegação de Boccia, que arrecadou 2 medalhas coletivas e 5 medalhas individuais, deixamos, também, os nossos parabéns pelo feito alcançado, na certeza de que o futuro do Boccia em Portugal está assegurado.
Excelente prova dos jovens atletas nacionais em Pajulahti, na Finlândia, nos European Paralympic Youth Games, EPYG’2022, conquistando 4 medalhas de Ouro e 1 medalha de Bronze, nas 5 provas em que participaram.
Portugal apresentou-se com uma delegação de 5 atletas, levando representantes a 5 das 6 divisões em disputa, só não apresentando representante na divisão BC4.
Para além do atleta do Sporting Clube de Braga, Luís Costa (BC3), Portugal esteve representado por mais 3 atletas do Futebol Clube do Porto, Alice Moreira (BC3), Catarina Monteiro (BC2), David Araújo (BC2), e 1 atleta do Santacruzense – Madeira, Francisco Gouveia (BC1).
Na prova BC1, Francisco Gouveia venceu o grupo de apuramento, onde somente obteve dificuldades perante o italiano Riccardo Zanela, em jogo que teve de ser decidido por parcial de desempate. Na 1/2 final ultrapassou o francês Ridouane Messaoudi, e na final a israelita Nikita Prokopenko.
Na classe BC2 – Feminina, a atleta do FCP, Catarina Monteiro perdeu com a eslovaca Eliska Jankechova na 1/2 final, atleta que acabou por arrecadar a medalha de ouro. Na discussão para a medalha de bronze, Catarina Monteiro bateu a israelita Elisavet Iosifidou.
David Araújo, na classe BC2 – Masculino, passou na 2ª posição do seu grupo de apuramento, devido a derrota perante o espanhol Mikel Oterino. Na 1/2 final ultrapassou o grego Pangiotis Paschos, e na final o espanhol Xuban Santero.
Nas calhas, classe BC3, Luís Caravana e Alice Moreira demonstram o seu valor, arrecadando mais 2 medalhas de ouro para Portugal.
Alice Moreira encontrou adversária difícil na francesa Mathilde Troude, com a qual perdeu na fase de grupos, mas que acabou por a vencer no jogo decisivo, na final da prova BC3 feminina, um jogo muito interessante e de bom nível. Também, na 1/2 final, Alice Moreira teve de se esforçar para levar de vencida a grega Dimitra Papdopoulou.
Já Luís Caravana levou de vencida todos os jogos realizados, apesar de ter encontrado adversários difíceis, nomeadamente o francês Mathias Da Silva, o italiano Gabriele Zendron e o norueguês Konrad Logan, contra os quais teve de se manter a bom nível para conseguir controlar os jogos e conseguir vencer.
Pódios Boccia:
BC1 – Masculino
Ouro – Francisco Gouveia – Portugal
Prata – Francisco Bayona – Espanha
Bronze – Ridouane Messaoudi – França
BC2 – Feminino
Ouro – Eliska Jonkechova – Eslováquia
Prata – Kristina Kudlacova – Eslováquia
Bronze – Catarina Monteiro – Portugal
BC2 – Masculino
Ouro – David Araújo – Portugal
Prata – Xuban Santero – Espanha
Bronze – Jan Hatak – República Checa
BC3 – Feminino
Ouro – Alice Moreira – Portugal
Prata – Mathilde Troude – França
Bronze – Giullia Marchisio – Itália
BC3 – Masculino
Ouro – Luís Caravana – Portugal
Prata – Gabriele Zendron – Itália
Bronze – Mathias Da Silva – França
BC4 – Masculino
Ouro – Andrej Kaas – República Checa
Prata – Gergo Gicagz – Hungria
Bronze – Pavao Ruzic – Croácia
A inclusão e o aumento do número de provas para crianças e jovens no calendário nacional da modalidade, já é uma realidade, com os Torneios Novos Talentos (2) e o Campeonato Nacional Jovem (1), ao que se junta a criação da Seleção Nacional Jovem.
Se observarmos a possibilidade de qualquer jovem, com 13 ou mais anos de idade, poder participar em provas regionais e nacionais, e ainda nos Torneios Novos Talentos e no Campeonato Nacional Jovem, percebemos bem o esforço feito nos últimos anos para dar mais oportunidades de participação em provas e estimular os clubes e instituições a desenvolverem a sua formação, trazendo mais crianças e jovens para a prática desportiva.
O caminho para dar mais oportunidades aos jovens para a sua formação e desenvolvimento encontra-se a seguir o seu percurso:
1. Torneios Novos Talentos (Prova de Jogo e Prova de Skills – 6 aos 21 anos) na base desse caminho, torneios abertos a todos;
2. Provas regionais (13 anos ou mais) como outra oportunidade aberta a todos, competindo com atletas de mais idade e experiência, nivelados em divisões, em função da performance apresentada;
3. Prova Nacional Jovem (13 aos 21 anos), para qualificação de quem apresenta maior desenvolvimento e talento.
4. Prova Nacional por Género (13 anos ou mais) e Prova Nacional Absoluta (13 anos ou mais), para quem demonstrar especial talento e maturidade no jogo que permita competir com atletas mais experientes e talentosos a nível nacional.
5. Seleção Nacional Jovem, para dar oportunidade aos atletas jovens mais promissores de cada classe para que possam adquirir mais experiência e motivação, para garantir o futuro da representação internacional do país.
Talvez, este sucesso da participação portuguesa revele que o caminho traçado está em bom andamento. Porém, ainda será necessário criar uma estrutura para acautelar o futuro, alargando, ainda mais, esta intervenção para mais crianças e jovens, articulando com o Desporto Escolar, criando incentivos e apoios aos Clubes e às instituições, dando formação e acompanhamento regular, tudo isto sob um plano estratégico que possa ser aplicado com os recursos necessários para que seja uma realidade.
Quanto ao Sporting Clube de Braga, o desejo perseguido, há muito tempo, de aposta forte na formação desportiva na modalidade de Boccia, já se iniciou com a articulação semanal de um técnico desportivo com a Associação de Paralisia Cerebral de Braga, instituição com a qual o Clube assinará um protocolo para fomento e apoio desta prática aos jovens utentes da instituição.
Pretende-se com esse protocolo aumentar o número de jovens praticantes, proporcionar uma adequada e correta formação desportiva, e abrir a possibilidade de poder ser continuado o desenvolvimento de cada um para patamares superiores e mais exigentes, no âmbito desportivo e competitivo, junto do Clube.
Luís Caravana, acompanhado por Afonso Costa, alcançou a medalha de ouro nos European Paralympic Youth Games, que decorrem em Pajulahti, na Finlândia.
O atleta arsenalista, campeão nacional jovem de Portugal’2022, venceu todos os jogos realizados na prova masculina, BC3, de Boccia, alcançando, deste modo, o lugar mais alto do pódio.
No jogo final venceu o norueguês Konrad Logan por 4-2, com os parciais, 0-1, 3-0, 0-1, 1-0.
Dia memorável para Luís Caravana, em que selou a sua primeira grande vitória internacional.
Após a prova individual seguir-se-á a prova de pares BC3, onde Luís Caravana (SC Braga) jogará com Alice Moreira (FC Porto), em representação de Portugal.
O pódio da prova masculina de Boccia – BC3, ficou organizado da seguinte forma:
Medalha de Ouro – Luís Caravana (Portugal)
Medalha de Prata – Gabriele Zendron (Itália)
Medalha de Bronze – Mathias Da Silva (França)
O Campeão Nacional Jovem de Boccia participa integrado na Delegação Portuguesa, constituída por 25 atletas de cinco modalidades, atletismo, basquetebol em cadeira de rodas, boccia, natação e ténis de mesa, nesta competição do Comité Paralímpico Europeu que terá mais de 500 atletas de 29 países em provas de oito modalidades.
Na modalidade de Boccia, para além do arsenalista Luís Costa, Portugal está representado por mais 4 atletas, Alice Moreira, Catarina Monteiro, David Araújo e Francisco Gouveia.
A prova de Boccia contará com a presença de 13 países, Croácia, Rep. Checa, Finlândia, França, Alemanha, Grécia, Hungria, Israel, Itália, Portugal, Eslováquia, Eslovénia e Espanha.
Carlos Lopes, Team Leader da Missão Portuguesa aos Jogos Paralímpicos Europeus da Juventude, refere que “os Jogos serão certamente um marco importante e memorável na carreira desportiva destes jovens atletas, permitindo-lhes ter uma experiência competitiva internacional e, também, partilharem dos valores da coragem, determinação, inspiração e igualdade que norteiam o Comité Paralímpico Internacional. De igual modo, com esta participação e com a divulgação que dela faremos, pretendemos estimular e entusiasmar outros jovens com deficiência a iniciar uma prática desportiva regular!”
O arsenalista Luís Caravana Costa, acompanhado por Afonso Costa, continua invicto nos jogos realizados em Pajulahti, na competição masculina de Boccia – BC3 -, dos Jogos Paralímpicos Europeus da Juventude (European Paralympic Youth Games – EPYG’2022), que decorrem na Finlândia.
Luís Caravana Costa venceu o finlandês Aapel Paunio, o francês Mathias Da Silva e o italiano Gabriele Zendron, o que lhe permite lutar pela vitória final na prova.
Necessita de vencer o norueguês Konrad Jakub Galan, em jogo a realizar amanhã, sábado, pelas 13:30, horas portuguesas.
A prova individual concluiu-se no sábado, dia 02 de julho, com as finais, seguindo-se a prova coletiva no domingo, dia 03 de julho.
Para seguir os jogos, em direto via streaming pelo Youtube, seguir a seguinte hiperligação: