O Sporting Clube de Braga sagrou-se Campeão Nacional de Pares BC3, através de José Abílio Gonçalves e Joana Pereira, acompanhados por Paulo Correia e Catarina Francisco, no Campeonato Nacional que decorreu no Complexo Desportivo de Febres, Cantanhede, nos dias 15 e 16 de junho.
Os atuais campeões regionais, e agora nacionais, venceram a prova contabilizando como vitórias todos os jogos realizados na fase de grupos e eliminatórias/finais, tal como já o tinham realizado a nível regional, mantendo-se invictos durante toda a época.
Depois de uma série de 8 épocas consecutivas com a conquista do título máximo da modalidade, só interrompida na época transata onde obtiveram o título de Vice-Campeões Nacionais, os arsenalistas retomam a sua senda vitoriosa, afirmando o SC Braga como a principal potência nacional na divisão de pares BC3.
Já na segunda divisão da mesma classe, o Par 3 do SC Braga alcançou o título de Vice-Campeão Nacional desta divisão. Este par constituído por Eunice Raimundo e Diana Moreira, acompanhadas por Amélia Carrapito e Margarida Silva, demonstraram o seu potencial de crescimento futuro, onde a experiência de Eunice Raimundo tem guiado a formação da nova atleta Diana Moreira, ainda com pouco mais de 6 meses de aprendizagem na modalidade.
Outra grande prova foi realizada pelo Par 2 BC3, na 1ª divisão, constituído pelo jovem Luís Caravana e pela nova atleta Anita Costa, acompanhados por Afonso Costa e Débora Guimarães.
Luís Caravana e Anita Costa alcançaram as meias-finais da prova, tendo sido afastados da final pelo par da APPC/V. Na discussão pela medalha de bronze, os arsenalistas não conseguiram o seu objetivo, tendo pendido para o par da ABLS. Uma prova excelente dado valor dos adversários nesta primeira divisão, afirmando este par como um potencial futuro na modalidade.
Em pares BC4, a expectativa era elevada dados os pergaminhos de o Par bracarense lutar, sempre, para Campeão Nacional, tal com o foi na época passada (2022-2023) e Vice-Campeão Nacional em 2021-2022. Desta feita, o par Domingos Vieira/Carlos Lopes quedaram-se pela quarta posição, abaixo do esperado, devido a um arranque difícil em que perderam com SC Espinho após parcial de desempate, e logo de seguida com um jogo pouco conseguido com o FC Porto. Apesar da recuperação posterior, já não foi possível corrigir os resultados destes dois primeiros jogos, acabando, pois, por ficar na quarta posição.
Ao nível das equipas, Braga 1 ficou pela sétima posição e Braga 2 pela sexta posição. O misto de juventude e de experiência, com muito pendor para jovens jogadores da formação, dificultou uma performance mais positiva, denotando-se as naturais dificuldades decorrentes de quem ainda está a construir o seu percurso na modalidade. No entanto, uma aposta ganha para o desenvolvimento futuro destes jovens jogadores, dando-lhes experiência necessária à sua evolução.





